Esta Semana a Juventude Socialista, juventude partidária da qual sou militante, lançou o segundo boletim informativo, “A Cena”. Desta feita o boletim é dedicado às eleições legislativas de 20 de Fevereiro, dando desta forma a conhecer aos pombalenses o manifesto político da Juventude Socialista e do Partido Socialista. Aqui coloco os textos que fazem parte desse mesmo boletim:
A Escolha para Portugal é o Partido Socialista.
3 motivos muito válidos, dos muitos válidos:
· Temos um Líder, e revemo-nos nas suas capacidades.
O Eng.º José Sócrates foi eleito por mais de 80% dos militantes socialistas nas primeiras eleições de sufrágio universal realizadas pela estrutura de um partido português verdadeiramente representativo. Foram as eleições mais concorridas de sempre dentro do partido, e a aclamação de uma figura que havia provado a sua coragem e a sua capacidade enquanto Ministro do Ambiente foi total. Ninguém disputa o seu lugar, pois estamos unidos na conquista de um verdadeiro rumo para o país. A Estabilidade está garantida.
· Somos um Partido Aberto e a Maioria Apoia-nos.
Organizado pelo Partido Socialista, o Fórum Novas Fronteiras conseguiu congregar enormíssimos contributos de algumas das maiores figuras da sociedade portuguesa. Educação, Desporto, Cultura, Economia, Ambiente, Saúde, Segurança, Sistema Político Nacional, foram apenas alguns dos temas discutidos neste espaço único de discussão pública. Num partido aberto, as opiniões de todos originaram o Plano de Governação para o futuro Primeiro-Ministro de Portugal.
Os resultados estão à vista: cresce a consciência de que o caminho está traçado pelo Partido Socialista, que é necessário apoiar o rumo mais credível, responsável, generoso e motivante que o país pode ter.
· O Partido Socialista oferece a única Solução Viável.
É o único que se propõe verdadeiramente a governar, e para isso tem um conjunto de propostas concretas para a sua actuação governativa. O Plano Tecnológico, o Crescimento Económico que permita a criação de emprego, a Política Fiscal de responsabilidade e coragem (não se pode prometer a descida de impostos quando a economia não o permite, e não se pode negar uma subida dos mesmos quando tudo o exige), o combate à pobreza, a posição de força no apoio à Investigação Científica e ao Ensino Superior, a Reforma ousada da Administração Pública, são vectores de um vasto rol de compromissos assumidos como essenciais para a recuperação rápida desta crise acentuada.
(Propomos a vossa visita ao site
http://www.ps.pt/ para conhecerem aprofundadamente as Bases Programáticas do Partido Socialista e outras novidades).
Exige-se a participação massiva nas urnas, para que ninguém fique à parte de um momento decisivo para o futuro do país.
Exige-se também que se vote em consciência, sendo que o único partido que está em verdadeiras condições de governar é o Partido Socialista. Só precisa da confiança (merecida) de todos.
E a Juventude Socialista, o que é que defende?
Vivemos num Distrito onde faltam as respostas para construíres o teu futuro. Como não há visão estratégia, nem aproveitam o teu potencial de pessoas como tu, chegou a altura de assumir um rumo para o Distrito: Um rumo construído por ti!
Defendemos uma Política de Juventude pensada e estruturada que assente no triângulo estratégico Educação – Emprego – Habitação. Assim poderemos tornar os jovens residentes, qualificados, motivados e inovadores como o principal pólo de desenvolvimento económico – social do distrito de Leiria, através dos seguintes eixos fundamentais:
· Incentivo ao Associativismo Juvenil:
- Conselhos Municipais da Juventude;
- Conselhos Municipais da Educação;
- Gabinetes de Apoio ao Investimento Jovem.
· Educação:
- Reforço do investimento na Cidadania e Participação Cívica;
- Apoio social às famílias com dificuldades financeiras, retirando do mercado de trabalho jovens em idade escolar;
- Dotar todas as escolas de novas tecnologias de informação;
- Programas de ocupação e tempos livres.
· Formação:
- Afirmar as potencialidades do ensino profissional, em especial em áreas potenciem o Distrito (ex. Turismo ou Indústria);
- Promoção de estágios profissionais em empresas;
- Incentivos à criação de projectos empresariais e cooperativos.
· Habitação:
- Criar centros de habitação a custos controlados, contribuindo para o reaproveitamento e requalificação do património urbano;
- Apostar na habitação a custos controlados.
· Incentivos Fiscais:
- Permitir micro-empresas de jovens, nas áreas onde este Distrito pode fazer a diferença como o caso das Novas Tecnologias;
- Investir no Turismo, aproveitando as enormes potencialidades de turismo cultural, ecológico e de aventura.
· Ambiente:
- Recuperar os rios e adequar todos os nossos recursos,
- Absorver jovens licenciados na área
- Contemplar o desenvolvimento turístico do Distrito.
· uma Política Regional que concretize a implementação e o desenvolvimento de todas as outras, uma vez que a intervenção no distrito nos actuais moldes só será mais produtiva e real, se for realizada pelo poder local empossado por um leque alargado das suas competências.
Claro que ficamos com vontade de rir…
- A posse de Santana Lopes enquanto Primeiro-Ministro.
- O Ministro do Mar que não sabia que o era.
- A Secretária de Estado dos Ex-Combatentes que foi antes de o não ser.
- O Ministro da Economia que não sabia o que o Ministro das Finanças prometia e vice-versa.
- O escândalo da (má) colocação dos professores.
- O Primeiro-Ministro que prometia que não dizia mais nada sem se informar primeiro (passados dois dias prometia a baixa dos impostos, sem consultar o Ministro das Finanças).
- A actuação do Ministro Rui Gomes da Silva e do Governo de Santana Lopes na pressão aos órgãos de comunicação social.
- O Orçamento de Estado, que prometia todos os efeitos positivos, incompatíveis, e, numa altura de crise, incentivava o consumo.
- A demissão do Ministro Henrique Chaves, o puro dos seguidores do Primeiro-Ministro, a dizer que nele não se pode confiar.
- A falta de confiança dos altos quadros económicos e financeiros nas capacidades governativas de Santana Lopes, os mesmos que haviam exigido a sua indigitação.
- Morais Sarmento, que foi levar 700.000 € de apoio a Cabo-Verde, gastando 80.000 €, e levando a pasta da GALP, algo que o ministro da tutela desconhecia.
- Um Partido que apresenta um elenco governativo, sem apresentar um plano de governo e admitindo que só poderá governar em coligação.
- Os snobs autoritaristas pseudo-intelectuais de algumas esquerdas, que ainda acreditam que só eles podem falar de algumas questões.
Em Suma:
O que propomos é difícil, mas não é impossível. O que propomos é por ti, é por nós, é por todos. Por isso usaremos as nossas estruturas, os nossos representantes nos órgãos decisórios, usaremos a nossa irreverência e a nossa competência.
Queremos ajudar a criar todas as condições para construíres o teu futuro. Connosco Leiria vai ter um Futuro onde contas, connosco és tu que constróis o teu futuro!